Cheguei a conclusão acima ontem à noite e pude comprová-la hoje, no final do almoço. Nesta semana, em especial, estou almoçando e jantando muito fora. E isso – em São Paulo – é um verdadeiro perigo. Segunda-feira, fui almoçar no Chácara Santa Cecília, aqui perto da Abril. O restaurante fica num lugar lindo , numa antiga Chácara que preserva boa parte de verde. A Abril em peso adora almoçar lá porque é perto, é bonito e é, digamos, gostosinho. Durante o dia funciona como restaurante mesmo, com Buffet de saladas, pratos quentes e sobremesa a um preço fixo. À noite, vira balada (e lotada). Terça-feira foi dia de almoçar no Ráscal com duas amigas. Como já escrito pela Dani Krause, lá (embora meu marido adora dizer que não vale o custo x benefício) é uma perdição para quem quer se manter na linha. Você se acaba de comer no Buffet e depois, na onda do “já que estou aqui”, não tem como escapar de pegar uma massinha. Ontem à noite, combinei um jantar com Gláucia, uma amiga de mais de 15 anos. Ela escolheu um restaurante ao lado de sua casa – na Cônego Eugenio Leite, em Pinheiros, o Vinheria Percussi. Resumo da noite: conversa agradável, lugar lindo e prato delicioso. Comi um risoto de bacalhau, com azeitonas verdes, tomates frescos e pinoli. Sensacional! Tirando o couvert, é claro. Pagar 6 reais para comer pão frio com manteiga não dá. Nesse ponto, fico no custo x benefício e da próxima vez vou pular essa parte. Para terminar, acabo de voltar de mais um almoço fora, com uma fonte bem bacana. Fui no Pobre Juan, na Vila Olímpia. Argentino em tudo: nas carnes maravilhosas, no tango eletrônico ambiente, no crepe de doce de leite da sobremesa (esse eu só espiei). O local é muito agradável, a música é ótima e a comida, saborosa. Pedimos empanadas de entrada e optamos pelo menu completo: escolha de uma carne,que já vem com um acompanhamento a escolher, batatas (daquelas que parecem ter vento dentro e crocantes por fora) e ainda uma tigela de salada básica e gostosa. Sem dúvida, esse é um lugar que recomendo muito e devo voltar em breve. Espero ir numa sexta-feira já que disseram que rola um tango por lá às noites. Perfeito. Enfim, hoje é quinta-feira e se eu seguir nesse ritmo até o final de semana preciso fugir de qualquer balança que aparecer na minha frente! (Dani Diniz)
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
PARA COMER A QUALQUER HORA
Conheci o Joakin’s no começo do namoro com meu marido (lá pelo final da década de 90). Gostei de cara. Localizado na Joaquim Floriano, miolinho do Itaim, o vulgo JOKA é um clássico da noite paulistana. Funciona desde 1965 e mantém muitos dos seus garçons desde o início. Não só os garçons, mas os clientes também. É possível ver gente de todas as idades com a senha nas mãos, esperando uma mesa para se deliciar com um cheese salada e um milk shake. Há famílias em busca de mesões, casais de namorados ou bando de amigos que saem das baladas e vão reabastecer a energia por lá. Afinal, as portas da casa estão abertas até às 5 da manhã (de segunda à quinta) e até às 6h (de sexta e sábado). Os sanduíches são ótimos (tanto os prontos, quanto
os que podemos montar), os beirutes são fartos e o milk shake, na minha opinião, é o melhor de São Paulo. E, para quem preferir uma coisa natureba, também tem pratos, omeletes e sucos naturais. Pra ser bem sincera, porém, ir para lá e não provar o milk shake é um pecado. Não sou de tomar muito milk shake (afinal, calorias aleatórias não combinam para quem passou dos 30) mas quarta-feira, dia 08 de julho, véspera de feriado paulista, não tive dúvida e fui para o Joca. Esperei uns dez minutos com a senha nas mãos e, com água na boca, fiz meu pedido. Um cheese calabresa e, claro, um milk shake de coco. O serviço foi ótimo, foi rápido (como costuma ser). Valeu a pena ter enfiado o pé na jaca. Se você não conhece ainda o Joakin’s perdeu um pedaço delicioso de São Paulo. (Dani Diniz)

sexta-feira, 10 de julho de 2009
VIAGEM AO CENTRO DA (MINHA) TERRA
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